Iniciativa de empresário baiano leva representantes brasileiros para o Salon du Chocolat Paris; evento fará anúncio do Salon du Chocolat Bahia
A excelência do cacau brasileiro será protagonista na capital mundial da gastronomia. Entre os dias 27 de outubro e 1º de novembro de 2026, Paris recebe o Brasil Origem Week. Realizada pelo Grupo M21, a iniciativa faz parte da programação oficial do Salon du Chocolat, consolidado como a maior vitrine global para o setor de cacau e chocolates finos. Na ocasião, no dia 30/10, será feito o anúncio internacional do Salon du Chocolat Bahia, com a presença de autoridades e cortejo com baianas, afoxés e tambores. A edição será realizada em Salvador, de 10 a 13 de dezembro.
O grande destaque do evento será o Espaço Cacau do Brasil, no Pavillon 5 da Paris Expo – Porte de Versailles, que reunirá 12 representações da diversidade produtiva brasileira. Cooperativas, associações, produtores e chocolatiers bean-to-bar e tree-to-bar do Pará, Bahia e Espírito Santo apresentarão, em um único lugar, a força do cacau de origem nacional. Ao todo, a comitiva oficial brasileira conta com mais de 40 integrantes. A missão é viabilizada pelos Governos do Pará e da Bahia e pelas Prefeituras de Ilhéus e de Maricá, com apoio da Embaixada do Brasil em Paris.
Com funcionamento das 10h às 19h, a feira acontece entre 28 de outubro e 1º de novembro. Os preparativos do stand brasileiro começam no dia 27, abrindo caminho para a inauguração oficial do Espaço Brasil no dia 28, às 11h30.
Para o líder da missão, o empresário Marco Lessa, a presença brasileira em Paris é fruto de uma construção de longo prazo. “Estamos no Salon du Chocolat de Paris desde 2009, levando o cacau brasileiro à maior vitrine do chocolate no mundo. Foram anos de trabalho contínuo para mostrar que o Brasil não é apenas um grande produtor, mas uma origem de excelência, com cacau fino, produção agroflorestal e agricultura familiar. Esse esforço foi reconhecido em 2025, quando o Brasil foi o país de honra do Salon, um marco que coroa essa trajetória. Hoje, Bahia e Pará são protagonistas desta história: produtores e chocolatiers que antes vendiam amêndoas como commodity estão aqui, frente a frente com compradores europeus, apresentando chocolates de origem reconhecidos internacionalmente. Uma missão como esta abre mercados, gera renda nos territórios de origem e coloca o Brasil no lugar que merece no mapa mundial do chocolate.”, afirma.




