Bahia, Brasil - 22 de junho de 2026

18:16

Estresse e sedentarismo estão entre os principais vilões da saúde masculina após os 30 anos

Estresse e sedentarismo estão entre os principais vilões da saúde masculina após os 30 anos

Referência em medicina estética no Brasil, Dr. Octávio Guarçoni explica como alterações hormonais, inflamação e hábitos da rotina impactam na disposição física, qualidade da pele, metabolismo e na autoestima masculina após os trinta anos

A saúde metabólica masculina tem ganhado destaque na medicina preventiva diante do aumento de casos de gordura abdominal, queda de desempenho físico e alterações hormonais entre homens acima dos 30 anos. O problema impacta não apenas a saúde física, mas também o bem-estar emocional e a autoestima.

Segundo estudo publicado na revista The Lancet Global Health e conduzido pela Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 31% dos adultos no mundo são fisicamente inativos, condição associada ao maior risco de obesidade, doenças cardiovasculares e distúrbios metabólicos.

De acordo com o médico Octávio Guarçoni, sintomas como cansaço constante, dificuldade de concentração, estresse excessivo e sedentarismo não devem ser encarados apenas como consequência da rotina corrida ou do envelhecimento. “Muitas vezes, esses sinais indicam alterações hormonais, inflamatórias e metabólicas que precisam de atenção”, afirma.

O especialista destaca que há uma relação cada vez mais evidente entre saúde metabólica e autoestima masculina. “Muitos homens procuram atendimento por perceberem envelhecimento acelerado, mudanças no rosto e perda de performance física. A aparência costuma refletir o que está acontecendo internamente no organismo”, explica.

Além das alterações hormonais, fatores como estresse crônico, sono inadequado e alimentação desequilibrada contribuem para processos inflamatórios que afetam energia, disposição, aparência e confiança. Nesse contexto, hábitos saudáveis, acompanhamento médico e cuidados com a pele podem atuar como aliados importantes para a qualidade de vida.

“Hoje entendemos que saúde masculina vai muito além da ausência de doenças. O acompanhamento individualizado é essencial para identificar fatores que comprometem o bem-estar e promover mais saúde e funcionalidade em todas as fases da vida”, conclui Guarçoni.